2026 - O Ano da Gratidão e da Prudência
Salve, 2026.
Salve, minha filha, e você, artista do Planeta Truman Show.
Jesus ama a todos nós neste novo ano.
Desde meus 17 anos, quando ganhei de um admirador secreto O Maior Vendedor do Mundo, romance de autoajuda do escritor americano Og Mandino, tracei meu norte. Assumi como mantras :"Eu sou o maior milagre da natureza" e “Assim como a natureza não preparou meu corpo para tolerar dor, também não determinou que minha vida sofra o fracasso.”
Desde então, salvo exceções, passei a escrever listas de metas para o ano novo e para vida — e a persegui-las com disciplina. Obtive bons resultados e vivi milagres até a longa pausa para reflexão iniciada em 2006, com a chegada da grande depressão mediúnica. O caos mental gerado pela assimilação de descobertas sobre verdades até então ocultadas pela polidez das relações se instalou em minha vida, seguido por epifanias, decisões difíceis, a separação a pedido de meu ex-marido, internações compulsórias planejadas por minha família e, em 2009, o golpe baixo do processo de guarda exclusiva de minha filha concedida ao genitor.
Esse conjunto de eventos me levou ao pedido de exílio em Buenos Aires, após compreender que a justiça brasileira operava sob prerrogativas de exceções, alinhadas às cartilhas das sociedades secretas edificadoras da "Revolução dos Bichos". Eu ainda não sabia, que essas práticas seriam, em certos aspectos, ainda mais cruéis em Buenos Aires — cidade de praticantes de yoga nas praças, pero onde as pessoas desaparecem sem deixar rastros. A ditadura passou, mas o ratio estudiorum permaneceu.
Em dezembro de 2009, parti em refúgio, com uma lista de metas reduzida: converter-me ao islamismo; fazer minha filha sentir orgulho de mim, e não vergonha; não morrer antes de entender e conseguir traduzir a família de revolucionários da Revolução dos Bichos na qual sempre estive inserida; fazer justiça processual; publicar um romance expondo a hipocrisia do terrorismo famíliar, a corrupção da OAB e da justiça brasileira; e publicar uma composição minha, por mais singela que fosse, como demonstração de minha não loucura, acusação insistente de que sou alvo pelo terrorismo daqueles que somente tomam postura ética se alguém ousar "meter a colher" no problema da violência contra a mulher.
Posteriormente, em 2012, retornei ao Brasil golpeada, traumatizada ao extremo e sem meta alguma, apenas sobrevivente de uma tentativa de homicídio com vários dentes quebrados e quase cega do olho esquerdo; acontecimentos ignorados pela justiça e os pseudos defensores dos Direitos Humanos, que preferiram continuar a fingir que estavam diante de uma louca para negar a minha humanidade. Nunca manifestaram nenhum tipo de solidariedade a "louca"! A palavra de "má" fé de meus algozes processuais sempre bastou, portanto, eu nunca tive voz e não fui notificada de outras ações que corriam em segredo me citando como "acometida de severa doença mental", uma desumanidade a mais entre tantas outras defendidas por uma justiça de exceções e pela má fé do advogado adventista Elisér Maciel Camilio et caterva, até o golpe da Desumanidade Final em 2017, quando minha filha foi levada para viver em outro país.
Antes dela partir, fui atropelada enquanto pedalava, algumas semanas após uma tentativa frustrada pelo delegado de fazer um B.O. mas graças a Deus "ainda estou aqui"; embora não pude fazer queixa do atropelamento, porque fui ameaçada de prisão pelo delegado se voltasse a fazer queixas e, desde então, minha filha somente fez contato comigo em 19 de julho de 2019. Totó está protegida pelo Direito Internacional, sob observação de uma pseudo-justiça, insistente em ignorar a Constituição de 1988 ao afirmar, seguindo a ideologia esquerdista, ter sido escolha dela ir embora e não querer mais contato comigo. A alienação pela qual ela passou por todos esses anos aliada ao silêncio e a ausência de contato comigo, sempre tem sido ignorada por esses revolucionários da Revolução do Bichos!
Com essas transições em minha vida, meu norte permaneceu, no entanto, o hábito de escrever as metas em uma agenda e ter disciplina para alcançá-las ficou comprometido: mas aprendi a me entregar a Jesus Cristo Druida e a não me estressar demasiadamente com resultados frutantes. Por exemplo, a não vendagem de meu primeiro romance, O Nome da Flor, e a ter ainda mais paciência e fé para recomeçar. Outro exemplo, minha meta de publicar meu primeiro single Bumba Isabelle até dezembro, venceu o prazo, mas não estou me punido por isso e sim reunindo forças para tentar novamente.
Com a soma de algumas frustrações ao final de 2025, decidi mudar a tática para 2026. Em vez de escrever e perseguir metas, apenas ter como meta agradecer estoicamente por tudo, no melhor estilo yogue do professor Hermógenes: "Entrego, confio, aceito e agradeço".
Como acontece desde 2006, eu evito comemorações. Enquanto os fogos do réveillon enfeitavam a noite, eu dormia para saudar cedo o ano novo. Logo ao despertar, saudei "Morning Has Broken", o Tarzan se aproximou para receber um carinho e ter suas feridas tratadas.
O Tarzan é um poodle branco de porte médio com instinto de caça de um terrier. Ele entrou de surdina nessa casa onde moro com meus pais, em agosto de 2024; apareceu todo surrado, traumatizado, com o pescoço cortado, cego do olho esquerdo, e se escondeu em um saco de cebolas no quintal. Nesse dia eu estava assistindo o filme Tarzan na TV. O Tarzan lutava bravamente pela vida, sofria muito e recebeu um golpe de fio de aço cortando-lhe parcialmente o pescoço: eu me inspirei nessa personagem para denominar o forasteiro de Tarzan e, contrariando o desejo de meus pais de libertá-lo por aí em uma chácara qualquer — devido à aversão deles ao seu comportamento bipolar, talvez proveniente de traumas — e seu instinto de perseguição à gata, lagartos e saruês, fiz o acolhimento até encontramos novos tutores.
Enquanto saldava o ano novo e cuidava de passar pomada em suas feridas, ele estava se recuperando de uma poda traumática feita uma semana antes do natal, deixando-o drogado, com sangramento nas orelhas e outras partes do corpo, fui atacada inesperadamente por volta das 7h00 da manhã. O Tarzan perfurou meu antebraço esquerdo, destruiu minha pulseira hippie vermelha de 7 nós, me levando às lágrimas, à UPA e a interpelação sobre a meta de ser 2026 o ano de agradecer por tudo. A dor me interpelava: Como dizer "Entrego, confio, aceito e agradeço" passando por esse quadro de dor? Como agradecer por começar o ano novo colhendo o dia em uma UPA? Por que sempre sou atacada de surpresa por quem ofertei amor? Fiquei me interpelando... no caso foi uma mordedura inesperada de um poodle, um animal conhecido por sua lealdade. Mas, metaforicamente, essa surpresa selvagem se repete em minha vida por parte de meus algozes e também por parte de quem eu mais considero, originando vários quadros de dor e lutos pelas perdas.
Nesse quadro repetitivo, eu me questionava sobre tudo isso, deitada para diminuir a febre e ajudar meu corpo a reagir com medicamentos naturais, enquanto a segunda-feira não chegava para ir peregrinar de posto em posto em busca do antibiótico receitado e do reforço de vacinação antitetânica. Quando, no sábado, 03 de janeiro, pela manhã, liguei a TV e logo tive notícias quentes da Venezuela: Donald Trump meteu a colher no drama venezuelano. Então, desfoquei-me um pouco de minhas dores para focar na boa notícia e, por fim, eu tinha um ótimo motivo para dizer: "Entrego, confio, aceito e agradeço".
Aqui no Brasil, após tantos casos de feminicídio, mesmo após a Lei Maria da Penha 11.340 de 7 de agosto de 2006, trocou-se a expressão "Em briga de de marido e mulher não se mete a colher" por um novo clichê: "Em briga de marido e mulher, deve-se meter a colher sim." Estou adotando esse paradigma para analisar o caso dessa investida na Venezuela, que aliás, foi a minha primeira opção de pedir refúgio em 2009 antes de me decidir pela Argentina.
Portanto, um dos meus primeiros agradecimentos do ano será a Simon Donald Trump, por ter feito pela Venezuela o que eu gostaria que alguém tivessem feito por mim e por minha filha: metido a colher na briga de marido e mulher e, assim, devolver a nós, o direito a um recomeço, desde que a justiça brasileira decidiu endossar uma das peças processuais mais "canalhas" da história do direito civil recente e suas corruptelas em processos posteriores.
Donald Trump meteu uma colher maquiavélica no regime de "Revolução do Bichos venezuelano", violando o direito internacional. Afinal, discursos e sanções não surtiam efeito, nem a interferência amorosa de líderes religiosos plasmou o milagre da liberdade. O amor muitas vezes não é retribuído com amor, pode ser com mordidas — ou, pior, basta observarmos exemplos como o calvário de Jesus Cristo e, mais recentemente, o assassinato de Charles Kirk.
O grito de liberdade do país exportador das beldades dos concursos de beleza, cortado pelo histórico Rio Orinoco e superdotado em recursos naturais como praias paradisíacas, a maior catarata do mundo, Salto Ángel, petróleo, gás natural, ouro e diamante; que num passado não muito distante, entre o pós segunda guerra e os anos 80, foi a nação mais próspera da América Latina, acolheu a primeira concessionária Ferrari em 1956, agente oficial Carlos Kaulfimann, a 3º maior mesquita da América Latina no Centro Islâmico de Caracas e, refugiados do mundo todo, esteve mudo com as corruptelas do Chavismo. Em narcoditadura, opositores são desarmados, presos ou silenciados... a salvação somente pode vir por parte de alguém que se arrisca a meter a colher na história.
Donald Trump meteu a colher no assunto narco ditatorial venezuelano, mesmo que movido por interesses geopolíticos, captou antecipadamente o espírito de liberdade do ano astrológico do Cavalo de Fogo, por certo sendo pilotado por Simón Bolivar, colheu Flores em 3 de janeiro e um certo fruto que já nasceu Maduro, proveniente de uma árvore marxista. Esses bonecos, permanecem à disposição do juiz federal Alvin K. Hellerstein no Tribunal do Distrito Sul de Nova York, o "Super Bigode", sucessor do Chavismo (PSUV) e sua sua Primeira Combatente, "Cílita" Flores, inclusive, ela trocou, quando conveniente, a representação de Primeira Dama por Primeira Combatente, uma advogada de biografia cangaceira, cuja atuação nos faz lembrar que nem toda flor é flor que se cheire, mesmo que especializada em Direitos Humanos. E vão precisar abrir arquivos que foram fechados há décadas. Segredos serão revelados, embaixadas serão reabertas, o mundo será abalado, inclusive virão à tona segredos sobre o Brasil, e que Bolsonaro certamente já tinha conhecimento quando não os convidou para sua posse em 2018 e negou passar a faixa de sucessão ao Lula.
Nessa transição, Delcy Rodrígues (PSUV) assume a presidência interina do país. A metedura de colher milagrosamente pôs fim a um drama que supera os 23 anos de minha filha. Toda geração venezuelana Z e Alpha é marcada pelo maior êxodo do continente; mais de 7 milhões de descontentes deixaram, desde 2014, o pais que em sua fase próspera foi destino de imigração, mas que se tornou campo de desaparecimentos sem rastros de cidadãos venezuelanos discordantes da narco ditadura imatura. Onde professores recebem um salário de $15,00, da moradia precária em Petare, Miranda, a maior comunidade carente do ocidente; uma ditadura subtraidora de direitos e capaz de evocar os Direitos Humanos para sua auto-proteção, quando conveniente, afinal, Cília Flores se espacializou em Direitos Humanos.
Fiquei grata por esse milagre polêmico. Sou empática à vitória venezuelana pela reconquista da liberdade, já que a minha trajetória particular de opressão brutal com a perda da guarda de minha filha numa ação de má fé me conduz a empatia com os mais silenciados.
Infelizmente, nunca atraí nenhum herói americano, embora, sendo cristã-espírita-muçulmana, tive meus livramentos espirituais. No entanto, ninguém surgiu para meter a colher em um assunto doméstico que se tornou jurídico, mas tudo aconteceu como se continuasse doméstico e terrorístico, à semelhança da "Revolução do Bichos". Ninguém meteu a colher nos processos de má fé, porque meus registros de obra na FBN não são ações com peso nas bolsa de valores, nunca fui miss, atualmente não tenho mais a juventude e a saúde de uma beldade como a influencer carabobeña Verónica Weffer. Não possuo 303 bilhões de barris de petróleo para barganhar, nem sequer uma casa própria e uma automóvel eu tenho. Meu computar e meu celular foram doações. Não recebo salário ou Loas/ O INSS, diferentemente da justiça que não exigiu provas para me qualificar como "acometida de severa doença mental", exigiu que eu apresentasse o atestado médico indicando a CID da minha doença, que nunca passou de F32. E nenhum benefício o INSS paga para mulheres deprimidas. portanto, ainda estou na faixa da hipossuficiência, sem dinheiro para colocar meus dentes e assim poder sorrir para o ano novo de fato, plena em gratidão.
Mesmo que esse herói fosse movido por interesses materiais próprios, nunca existiu de fato. No entanto, eu me realizo em empatia com a vitória pelo recomeço do povo venezuelano e me sinto mais confiante em reafirmar minha meta: 'Entrego, confio, aceito e agradeço'. Posso deduzir que o caminho está ainda mais aberto para algum herói destituir a ditadura da justiça brasileira de exceções, que o mundo conheceu desde 8 de janeiro de 2023, mas eu já conhecia desde 2009.
Ao encerrar mais um ciclo, sigo aqui, em busca do meu recomeço, sem herói americano. A gratidão me fortalece, mas o inesperado também me lembra que, em cada mordida da vida, há a ação de maktub, nos relembrando que a vida é um grande Show de Truman, onde uma parte da história já estava escrito. Isso, no entanto, não elimina a necessidade de ter metas a alcançar, pois somente as plantas e os animais não podem tê-las, estando presos exclusivamente ao tempo presente. Portanto, considerei acrescentar uma outra meta, que, na verdade, é uma virtude: a PRUDÊNCIA! Afinal, entrei em 2026 com a meta da gratidão, buscando seguir os mantras otimistas de Og Mandino — 'Eu
sou o maior milagre da natureza' e 'Assim como a natureza não preparou
meu corpo para tolerar dor, também não determinou que minha vida sofra o
fracasso' — mas acabei colhendo o dia na UPA, com o antebraço escorrendo sangue por mordedura canina, recebendo receituário de antibiótico e precisando atualizar a carteirinha de vacinação do reforço da vacinação antitetânica!
Agradeço a você por me acompanhar até aqui. Colha cada dia de sua liberdade em 2026 com prudência e gratidão.
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